De tempos em tempos, o cenário econômico brasileiro é abalado pela notícia de pedido de recuperação judicial de alguma grande empresa. Em junho de 2016, por exemplo, a Oi, uma das quatro gigantes da telefonia brasileira, deu entrada ao processo, o maior da história do Brasil, declarando R$ 65,4 bilhões em dívidas. Esse caso superou o recorde que até então era da petroleira OGX, do empresário Eike Batista, que devia R$ 11,2 bilhões quando a solicitação foi feita pela companhia.
No primeiro semestre de 2016, segundo dados do Serasa Experian, 923 empresas decidiram recorrer a esse instrumento, registrando um aumento de 87,6% em relação ao mesmo período de 2015, quando foram realizadas 492 solicitações.
A recuperação judicial surgiu no Brasil em 2005, por meio da nova Lei de Falências e Recuperação de Empresas, substituindo a concordata, que vigorava no país desde 1945 e foi revogada. Quando essa alternativa é acionada, a empresa está pedindo mais uma chance para negociar as dívidas e conseguir dar sequência nas atividades.
Em teoria, esse é um importante instrumento que os empresários podem utilizar para evitar que seus negócios fechem as portas e todo o sonho de uma vida vá por água abaixo. No entanto, os números mostram que não é bem isso que vem acontecendo. De acordo com a pesquisa da consultoria Corporate Consulting e do escritório de advocacia Moraes Salles, realizada em 2013 a pedido do jornal Estado de S. Paulo, apenas 1% das empresas que entram com o pedido saem recuperadas.
Diante dessa realidade, o ideal mesmo é fugir dessa situação e evitar o pedido de recuperação. Para isso, existem alguns cuidados a serem tomados na condução do negócio. E esse é justamente o tema do e-book “Recuperação judicial: o que é e como evitá-la”, que preparamos para ajudar você nessa importante tarefa. Confira o material e, em caso de dúvidas, nos procure. Estamos prontos para ajudá-lo!

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